segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

II Entrevista com o Planinauta

Passaram bem o Natal? Com a família? Assim espero. Para este final de ano, tenho uma surpresa pra vocês: mais uma entrevista neste blog, com um dos mais engajados jogadores de Magic de Teresina. Dimmy Karson Magalhães é seu nome e segue a sua entrevista:

Dimmy Karson
1) Como conheceu o Magic e quando começou a jogar?


Conheci através de amigos de escola, eles jogavam muito e me apresentaram, inicialmente achei que era um jogo de cartinhas bobo, mas depois tinha certeza =). Brincadeiras à parte, algumas semanas depois, na minha aula de pintura, o professor estava pintando uma paisagem proveniente de uma carta do joguinho que meus amigos me apresentaram, o tal de Magic. Marchezan -  a lenda -  logo, do seu modo efusivo, me apresentou com toda pompa e empolgação o mundo do jogo. Fascinado, eu pedi a ele que me montasse um baralho e assim comecei.

2) Como fez durante todo este tempo para manter o Magic na sua vida?

No jogo eu dei algumas paradas estratégicas, como na época do vestibular. Para me manter focado sempre persegui o sonho de jogar um nacional, não iria descansar até conseguir isso. Financeiramente, minha mãe me bancou no começo, e como comecei a trabalhar muito cedo tinha sempre um dinheirinho sobrando e mantendo algumas cartas. Quando percebi que o jogo dá para se auto-manter ganhando campeonatos e afins, comecei a treinar e assim ganhei muitos campeonatos com baralhos tortos. E assim foi, além de um hobby, o magic para mim é um estilo de vida, de conhecer amigos e de aprender. Com isso na cabeça mantenho esse jogo na minha vida a quase 9 anos.

3) Existe algum deck inesquecível que você tenha jogado?

O deck com o qual eu mais ganhei foi o Affinity. Cheguei a ganhar todos os campeonatos por dois meses inteiros, apenas com aquele deck. Mas o mais inesquecível foi o Miss America, o deck Azul, Branco e Vermelho que controlava com Cetro Isócrono + Canto de Orim, e continha Mago Interferidor e Anjo Exaltado. Fora meu primeiro deck Control e me mostrou o início da minha linha de jogo. O Deck era irritante para os oponentes :)

4) Cite três jogadores que você respeita como oponente?

Eu respeito todos meus oponentes, desde o que joga com deck de Myr até o cara que joga de UB Control. Na cena local eu gosto muito de jogar com Jonny Willer, Daniel Alencar, Breno e Darlam, todos jogam muito bem. No cenário nordestino Márcio Almeida, Eduardo Silva e Fábio Barba, todos de Recife.

5) Algum novo talento ou talentos na cena local?

É difícil apontar alguém, porque bem ou mal conheço pouco dos novatos. Mas quem eu destacaria seria o Arlindo, apesar de alguns erros em alguns jogos e apresentar certo nervosismo e impaciência ao jogar, gosto muito de ver seus jogos e ele parece a cada dia melhorar muito, e nem posso dizer que ele nunca joga de control mesmo por que, eu só jogo de control =)

6) Qual sua cor de mana preferida?

Azul. Isso é um fato, olhando superficialmente dentre as power nine, 3 são azuis e o resto é artefato. Contramágica é azul, Force of Will é azul, Jace é azul. Melhor criatura por anos: Morfolídeo, melhor counter: FoW, cor mais consistente: azul. Azul é o mal.

7) Em sua opinião qual a carta mais bonita do Magic?

Uma planície desenhada por John Avon (http://magiccards.info/10e/en/365.html) adoraria encontrar ela foil. Gosto de outras também, mas na sua maioria lands.

8) E a sua preferida?

Force of Will é de longe a carta que eu mais gosto em magic, desde que eu aprendi a jogar, e sempre quis ter uma, quem quiser me dar uma de presente é só avisar, meu niver é dia 31/12 =) 

9) Como ver o ambiente atual?

Heterogêneo, adoro ambientes assim, onde vc tem abertura para criar, modificar e recriar. Nunca fui um bom deckbuilder, já fui tachado de netdeck player, mas nem ligo, meu foco é o jogo e busco errar o menos possível e num formato desse, saber mulligar e não errar é primordial.

10) Previsões para a próxima coleção?

Provavelmente os aggros ganhem mais forças e os controls percam espaço. UB deve cair de produção e o UW ganhar, sempre é assim após todas as rotações, Controls ganham força até que a segunda edição do block sai e uma carta overpower é lançada para os aggros.

11) Planos para o futuro?

Antes meu plano era jogar um Nacional, foi realizado. Minha meta agora é um top 8 no Nacional, tenho treinado muito para isso. Claro que falta conquistar a vaga novamente. Veremos o que acontece nos próximos meses. Planos secundários: Ser Player of Year Teresina (proporcionado pelo blog), Ganhar 2 dos 4 Pré-releases da Red Dragon em 2011, ensinar minha namorada a jogar =) .

12) Uma mensagem para os novatos?

Apenas, busquem conhecimento. Treine, escute os mais experientes, e treine mais. Não adianta gastar 600 reais em Jaces e toda vez perder ele para um raio, ou manland por que esqueceu que poderia usar a primeira habilidade dele. Aprenda a mulligar, não jogue uma partida com uma mão de 7 cartas "achando que dá". Perseverança é a chave. Blastoise.

Desde já, obrigado.

Eu que a agradeço, o Magic faz parte da minha vida e foi um grande aprendizado, espero que seja pelo menos 10% do que foi para todos que leem o blog Teresina by Night. Abração.

É isso aí! Obrigado mais uma vez, foi uma excelente entrevista. Esperem 2011, leitores, teremos mais entrevistas interessantes. Que a Força esteja com vocês!

Magic Stantard Tournament - 26 Dez 2010

Horário: Tarde
Local: Red Dragon Livraria

Top 4
  1. Dimmy (UW Control)
  2. Igo (Goblins)
  3. Breno (BUG Control)
  4. Jonny (Valakut Ramp)

sábado, 25 de dezembro de 2010

Magic Stantard Tournament - 23 Dez 2010

Horário: Noite
Local: Red Dragon Livraria

Top 4
  1. Daniel
  2. Sávio
  3. Dimmy
  4. Breno

Fotos da Partida no Muralha - 21 Dez 2010

Dimmy

Jonny

Igor

Igor, vice-campeão

Jonny, campeão

Cláudio

Dimmy, jogando com os Lasombra/Kiasyd

Um mesa com Vampire: The Eternal Struggle

Igor e Maurício

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

5 Matusalens, Finalmente!

Na noite de terça-feira, dia 21 de dezembro, consegui reunir amigos para jogar VTES. Convidei Igor, Maurício, Dimmy, Jonny e Rafael. O local do jogo seria o Restaurante Muralha. A data anterior era na quarta-feira, mas por incompatibilidade de agenda, foi remarcado. E também o local foi mudado durante o curso do dia, do restaurante para a livraria Red Dragon, a pedido do Dimmy.

Cheguei pontualmente na RD. Os donos Bruno e Darlam estavam lá, além de Dimmy e Abelard. Pelo visto estavam jogando Highlander, aquela modalidade do Magic que faz adulto chorar. Poderia citar o Bruno aqui mas não vou citar. Trouxe a mochila lotada de caixas com decks de VTES e apresentei ao Dimmy. Adoro aquela visão: uma mesa lotada de decks.

O Dimmy é meio apressadinho, nem esperou os outros chegarem para ter uma aula. Não teve jeito, fui logo explicando. Logo chega o Igor que escolhe jogar com os Tzimisce, pois o mesmo lhe agradou bastante. O Darlam também decide jogar. A mesa ficou com a seguinte configuração: Cláudio (Assamitas), Igor (Tzimisce), Darlam (Nosferatu) e Dimmy (Lasombra/Kiasyd). Só o básico foi explicado antes do jogo, o resto ficou para o jogo.

Maurício chega atrasado mas o colocamos na mesa, entre eu e o Igor. Combinei de não atacá-lo por dois turnos e continuaria tratando o Igor como presa. O Jonny logo em seguida aparece mas não participa da mesa, tentando aprender observando e tirando dúvidas com o irmão.

Darlam e Dimmy unem suas forças contra o resto da mesa. Situação pitoresca, uma vez que o Darlam era o predador do Dimmy e as circunstâncias não explicavam tal aliança. Logicamente a mesa ficou desequilibrada, sendo necessário formar uma aliança entre Cláudio, Maurício e Igor. Isso não chegou a ocorrer, pois a rixa entre os Tremere do Maurício e os Tzimisce do Igor estava só começando. Curiosamente, no Mundo da Trevas, esses clãs são inimigos declarados.

O tempo passou muito rápido e o Darlam precisou fechar a loja. Pelo visto ele gostou do jogo. De fato, VTES é um jogo perfeito para arena. Resolvemos realizar uma nova partida no Muralha. Lá fomos nós. Eu cheguei primeiro, é bom frisar.

Sorteamos a posição na mesa e quem começaria primeiro. A ordem foi a seguinte: Jonny (Baali), Cláudio (Assamita Rush Combat), Dimmy (Lasombra/Kiasyd S&B), Igor (Tzimisce Intercept Wall) e Maurício (Tremere/Gargoyle).

Igor e Maurício iriam continuar a pancadaria da primeira partida mas o Dimmy não deixou. Os Tzimisce passaram o tempo todo se defendendo dos bleeds dos Lasombras e das fadas. Eu comecei assinando um contrato com um de meus assamitas para destruir um dos vampiros do Dimmy. Não foi uma ação muito proveitosa, pois somente entrei em combate uma vez. Fui obrigado a fazer bleeds no Dimmy para não morrer para o Jonny. Sua mesa começou a estabilizar porque o Maurício não o atacava mais. Petaniqua provou-se perigosa. Dois pontos fortes dos Tremere no combate são os danos agravados e a pressão. Os 2 danos após o primeiro round assustaram Maurício. Para mim, um medo que não me convenceu. Só o fato dele causar dano agravado já seria suficiente também para causar terror ao Jonny.

De minha parte só servia reduzir a influência do Dimmy e até mesmo entrar em combate de fosse o caso. A maioria de minhas cartas da mão eram de combate, boa parte para manobrar. Eu precisava causar mais dano. Enquanto reduzia a reserva dos Lasombra, deixava que os Baali fizessem o mesmo comigo, até um ponto que ficou crítico. Isso acontecia com todos, menos o Maurício. Após ele sair mais cedo, o jogo ficou equilibrado em termos de reserva entre os jogadores.

O Dimmy começou a perder seus vampiros para os terríveis Tzimisce do Igor. Este ficou muito próximo de ser tirado mas conseguiu safar-se graças a duas Blood Doll e uma Hunting Ground. Igor levou um dos vampiros do Dimmy para torpor. Mas ainda haviam dois ativos. Quando os pontos de reserva do Dimmy estava bem críticos mesmo, tipos 6 pontos, apareceu uma carta para mim que seria suficiente para tirá-lo do jogo. Só depois da partida eu vi que não era bem assim.

Explico como. Durante um bleed de Jonny contra mim, ele joga Spying Mission. Eu fiquei feliz, pois na minha mão havia Lost in Translation. Eu esperava que os futuros 4 pontos de bleed fossem para o Dimmy. Eu tinha 3 vampiros ativos. Atacaria com 2 e reagiria com a carta citada com um terceiro vampiro. Seis pontos de bleed certinhos. Mas o texto de Spying Mission dizia que ele poderia queimar a carta para aumentar o bleed e ainda assim só se fosse com o mesmo matusalém do ataque original. De todo modo, lembrei Dimmy que ele tinha uma carta capaz de fazer um vampiro virado tentar bloquear ou jogar cartas de reação. Ele jogou essa carta e eu saí para o Jonny no turno seguinte.

Pouco depois de minha saída, Dimmy já estava com 3 vampiros em Torpor. Jonny tira Dimmy e parte para cima do Igor. Meu primo não sustenta e GW para Jonny. Quando essa bagaça terminou já devia ser meia noite ou mais.

Acredito que foi prazeroso para todos a partida de VTES. Ficou evidente que não conhecer as cartas leva a partidas com muitas horas de duração. Combinamos manter os mesmos decks em encontros posteriores para conseguir reduzir o tempo do jogo.

2011 promete mais Vampire: The Eternal Struggle.

Feliz Natal e um Próspero Ano Novo!

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Filhas da Cacofonia, Baalis e Osebos

Chegaram mais três decks de VTES. Desta vez não são pré-construídos oficiais, mas montados por vendedores de cards e decks, no caso a Domínio SP.

Como previsto, cada deck tem sua característica própria, sua forma de vencer a mesa. Irei descrever cada um deles neste post.

Filhas da Cacofonia Weenie Vote

É basicamente um deck de voto com vampiros de baixa e média capacidade, sem títulos, a exceção de um Ventrue. Contém cartas para adquirir estes títulos ou ganhar votos durante um referendum. Não é bom para interceptações e evita o sofrer danos em combate com end combats e prevenções de dano. Contém uma quantidade razoável de cartas de bleed, uma vez que, me parece, não tiver sucesso nas votações. O jogador tem de ser habilidoso nas negociações, pois pode encontrar na mesa vampiros inimigos com títulos.



Baali Toolbox?

A maioria dos vampiros deste deck são do clã Baali, mas podemos encontrar no mesmo alguns Malkavianos e Seguidores de Set. Eles têm em comum as disciplinas Ofuscate e Presence. Ofuscate oferecem uma boa furtividade, já Presence contém ações de bleed. Poderíamos considerá-lo um Steath & Bleed, no entanto, devido a uma quantidade pesada de cartas direcionadas para o combate fica difícil rotulá-lo como tal. Então, preciso de mais tempo para definir seu arquétipo, podendo ser até um toolbox.



Osebo Intercept Combat

Mais um deck de combate e olhando rapidamente, bem perigoso. A quantidade de cartas de combate é formidável, além do mais, grande parte dos vampiros são de baixa capacidade, sendo assim, o jogador terá na mesa muitos servos para atrapalhar a vida do predador e, principalmente, de sua presa. Resta saber como ele se comportará na mesa, uma vez que, me parece, ele não tem muita margem de negociação.



Combinei de jogar com uns amigos amanhã. Vamos ver se alguém escolhe um destes decks ou os outros que tenho a disposição: Giovanni, Ravnos, Lasombra/Kiasyd, Tzimisce, Brujah Antitribu e Nosferatu. Eu já separei os Assamitas pra mim ;-)

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Magic Standard Tournament - 19 Dez 2010

Horário: Tarde
Local: Red Dragon Livraria

Top 4
  1. Dimmy (UB do amor) 
  2. Breno (Mono Green eldrazi)
  3. Daniel (UB)
  4. Francisco (UW)
  5. Jonny (Valakut)
  6. Gonzaga (Myr Combo Breaker)
  7. Abelard (Elfs) 
  8. Danilo (Mono Green Eldrazi)

domingo, 19 de dezembro de 2010

I Corujão Magic Draft - 19 Dez 2010

Horário: Madrugada (eu sei, é doença)
Local: Red Dragon Livraria
Coleção: Scars of Mirrodin

Top 4
  1. Daniel (Infect)
  2. Dimmy (URW Control)
  3. Jonny (RG Elfs)
  4. Breno (UWRBG - Sério)
Este evento marcou o retorno do Dimmy à cena local do Magic.

sábado, 18 de dezembro de 2010

Jogador do Ano 2011

Feliz Natal, leitores!

Todo final de ano trás idéias para o ano seguinte. Idéia não concretizadas este ano, transformam-se em idéias planejadas para o próximo. No entanto, esta idéia é fruto do agora, não fundamentada em todo este ano, ou seja, não foi algo que deixei de fazer em 2010.

A idéia é criar o Título de Jogador do Ano. Destacar o melhor jogador de toda a temporada. E o próximo ano promete. Poderemos ter a volta do Magic National Qualifier em nossa cidade, graças à revitalização do jogo em Teresina, além de Pre-Releases, proporcionados pela existência da Red Dragon Livraria.

Para classificar os jogadores nesta corrida, adotarei o seguinte critério:

Torneios com Top 4:

  • Primeiro Lugar: 5 pontos
  • Segundo Lugar: 3 pontos
  • Terceiro e Quarto Lugares: 1 ponto
Torneios com Top 8:
  • Primeiro Lugar: 8 pontos
  • Segundo Lugar: 5 pontos
  • Terceiro e Quarto Lugares: 3 pontos
  • Quinto ao Oitavo Lugar: 1 ponto
Magic National Qualifier e Pre-Releases:
  • Primeiro Lugar: 15 pontos
  • Segundo Lugar: 10 pontos
  • Terceiro Lugar: 7 pontos
  • Quarto Lugar: 5 pontos
  • Quinto ao Oitavo Lugar: 3 pontos
Valerá torneios em todos os formatos individuais, sejam organizados pela Red Dragon ou por algum juiz, durante o ano de 2011, até o final de novembro. Em Dezembro, teremos a premiação do Jogador do Ano Teresina By Night 2011. Os 8 melhores do Ano serão convidados para um torneio nos formatos Standard, Extended e Booster Draft.

Para vocês terem um pequena idéia, eu coletei os pontos de todos os torneios lançados aqui no blog para saber quem seria o Jogador de 2010, mais os 7 convidados para o Super Top 8 de Magic. Segue assim a classificação:
  1. Breno 41 pontos
  2. Daniel 23 pontos
  3. Jonny 15 pontos
  4. Darlam 14 pontos
  5. Arlindo 13 pontos
  6. Handerson e Chico 12 pontos
  7. Handerson e Chico 12 pontos
  8. Gabriel 9 pontos
Deixei de computar um torneio com Top 8, por não saber a classificação do mesmo. Nenhum problema, é somente para se ter uma idéia.

A partir de Janeiro de 2011, na aba Magic deste blog, vocês poderão acompanhar a corrida pelo Jogador do Ano deste blog. Boa sorte a todos.

Magic Standard Tournament - 17 Dez 2010

Horário: Noite
Local: Red Dragon Livraria

Top 4
  1. Dimmy (UB Control)
  2. Jonny (Valakut)
  3. Breno (Monored)
  4. Abelard (Monored)
Este torneio teve a presença de 16 competidores.

    quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

    Artes de Mirrodin Besieged

    A Wizards divulgou algumas artes visuais da nova coleção do bloco Scars of Mirrodin: Mirrodin Besieged.

    Fonte: Wizards

    segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

    Magic Stantard Tournament - 12 Dez 2010

    Horário: Tarde
    Local: Red Dragon Livraria

    Top 8
    1. Breno (Monored)
    2. Daniel (UB Control)
    3. Bruno (Valakut Ramp)
    4. Arlindo (UW Argentum)
    5. Edivaldo (RB Infect)
    6. Dimmy (UB Control)
    7. Edmilson (Soul Sisters)
    8. Danilo (Elfvine)
    O torneio contou com a participação de 21 jogadores.

    domingo, 12 de dezembro de 2010

    Campeão Mundial de Magic 2010

    Parabéns ao francês Guillaume Matignon que sagrou-se campeão mundial nesta madrugada. Eu fiquei acompanhando até o início das finais para logo depois ir dormir, pois já estava perto de amanhecer. Foram partidas tensas mesmo, principalmente os mirror de UB control que aconteceram.

    Quartas-de-final

    • Paulo Vitor Damo da Rosa 3 - 2 Jonathan Randle
    • Guillaume Matignon 3 -1 Eric Froehlich
    • Love Jansen 3 - 2 Christopher Wolf
    • Guillaume Wafo-Tapa 3 - 1 Lucas Jaklovsky
    Semifinais
    • Paulo Vitor Damo da Rosa 0 - 3 Guillaume Matignon
    • Love Jansen 1 - 3 Guillaume Wafo-Tapa
    Finais
    • Guillaume Matignon 3 - 1 Guillaume Wafo-Tapa
    Guillaume Matignon
    PV e Matignon haviam se encontrado este ano nas finais no Pro Tour San Juan, onde o brasileiro venceu pela primeira vez o evento deste tipo. Agora foi a vez do francês superar o rival para seguir rumo ao topo. Além do mais, ele corria pela conquista do Player of the Year. Somente eles dois seriam capazes de superar o estadunidense Brad Nelson. Para Paulo Vitor bastaria chegar às finais, para Guillaume ser o campeão e ainda assim para empatar com Brad.

    A final aconteceu entre jogadores de mesma nacionalidade e amigos próximos. Foi de Wafo-Tapo a idéia de jogar com Blue-Black Control, e Matignon seguiu a risca. 3 vitórias a 1 e a consagração de um ano incrível.

    Fonte: Wizards

    sábado, 11 de dezembro de 2010

    IV Draft Cubo - 11 Dez 2010

    Horário: Tarde
    Local: Red Dragon Livraria

    Top 4
    1. Breno
    2. Francisco
    3. Daniel
    4. Arlindo

    Magic Stantard Tournament - 10 Dez 2010

    Horário: Noite
    Local: Red Dragon Livraria

    Top 4
    1. Darlam (UW Control)
    2. Breno (Monored)
    3. Jonny (Valakut)
    4. Arlindo (Boros)

    2010 Magic World Championship - Day 3

    Como dizem o americanos, the Brazilian superstar, Paulo Vitor Damo da Rosa foi espetacular! Terminar um suíço de 16 rodadas em primeiro lugar é um feito incrível. E com o fim do segundo dia, as vagas para o Top 8 são conhecidas:

    1. Paulo Vitor Damo da Rosa (BRA) UB Control
    2. Love Jance (SUE) Eldrazi Ramp
    3. Guillaume Wafo-Tapa (FRA) UB Control
    4. Guillaume Matignon (FRA) UB Control
    5. Eric Froehlich (EUA) BR Vampires
    6. Lukas Javlosky (TCH) UB Control
    7. Christopher Wolf (AUT) UB Control
    8. Jonathan Randle (ING) UW Control

    Como podem perceber, supremacia dos decks de controle, especialmente o Blue-Black Control. Assim que eu vi que alguns pro-players jogavam com ele, dentre eles, o PV, sabia que o deck iria brilhar no evento. Também, era o melhor contra o Valakut que continuava mal-tratando os demais. Com a demanda de monored e aggros afins, imaginava-se também que o UW Control também teria uma volta por cima, supondo que os Valakuts fossem reduzir em quantidade. Pelo visto não foi isso que aconteceu. Melhor para o UB Control que dar-se bem contra aggros e ramps.

    Brian Kibler caiu muito no segundo dia e ficou longe de conseguir sua vaga. Até LSV que andava lá no meio da tabela, perto de Brad Nelson, ocupou uma colocação melhor que ele. Vejam a classificação final aqui.

    O terceiro dia foi no formato Extended e o segundo foi Booster Draft. Eis como ficou a classificação dos 8 melhores do suíço no final de segundo dia:
    • Paulo Vitor da Rosa #5
    • Love Jance #8
    • Guillaume Wafo-Tapa #6
    • Guillaume Matignon #23
    • Eric Froehlich #4
    • Lukas Javlosky #3
    • Christopher Wolf #7
    • Jonathan Randle #71
    Você viram o que Jonathan Randle fez? Saiu de um posição desesperada para uma vaga no Dia 3 :)

    Então vamos aos duelos das quartas-de-final:

    PV vs Jonathan Randle
    Guillaume Matignon vs Eric Froehlich
    Love Jance vs Christopher Wolf
    Guillaume Wafo-Tapa vs Lukas Javlosky

    Pelo Mundial de Magic Online que também ocorre no Japão, uma gratíssima surpresa pra gente. Carlos Romão está na final! Parabéns pro cara e torcida por sua conquista. Seria algo interessante: seria a primeira vez que teríamos um campeão ao mesmo tempo com título online e não-online.
    Carlos "Jabs" Romão

    Alguém disposto a madrugar para acompanhar o evento? Eu vou tentar! Até às finais!

    Fonte: Wizards

    quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

    2010 Worlds Championships - Day 1

    Leitores, o cara aí da foto é o senhor Brian Kibler que terminou o dia na liderança do Campeonato. O formato de hoje foi Standard (T2) e percebi vários jogadores de Blue-Black Control. Possivelmente por ser melhor contra Valakut Ramp que o Blue-White Control.

    O brasileiro melhor colocado é Paulo Vitor Damo da Rosa na vigésima sexta posição. O líder da corrida pelo Player of Year, Brad Nelson, ocupou no final do dia a posição 171. Conseguirá Brad uma recuperação? Difícil saber. No entanto, ele vai bem no Magic Online World Championship. Fez 3 -1. O japonês Akira Asahara lidera o evento.

    Começou também o Mundial de Times. Lidera a Polônia, seguida de Costa Rica e Austrália.

    Até às notícias do Dia 2!

    Decks

    • Paulo Vitor Damo da Rosa (UB Control)
    • Carlos "Jaba" Romão (UB Control)
    • Brian Kibler (UW Control)
    • Martin Juza (UB Control)
    • Yuuya Watanabe (UB Control)
    • Olivier Ruel (UW Control)
    • Sam Black (Vampires)
    • Shuhei Nakamura (Valakut Ramp)
    • Wafo-Tapa (UB Control)

    quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

    2010 Worlds Championships


    Olá, leitores!

    Este final de semana teremos o Campeonato Mundial de Magic em Chiba no Japão. A minha curiosidade é sempre por saber quais decks os melhores do mundo escolheram, confiaram, para chegar ao topo. É uma escolha complicada que envolve afinidade, previsão do metagame e confiança no deck.

    Vários brasileiros teem vaga, dentre eles, Paulo Vitor Damo da Rosa (PV), Carlos Romão, Rafael Mendonça, Rafael Coqueiro, Allison Abe e Lucas Berthold.

    Importante lembrar do Player of the Year que será confirmado após o evento. PV precisa de muita garra e sorte para superar Brad Nelson. Eles contam com 48 e 63, respectivamente.

    Para quem deseja melhorar no Magic e tem humildade para aprender com os melhores, assistam as partidas e procurem discutir com seus colegas. Eu estarei de olho, confesso que estou ansioso pela transmissão online.

    A página oficial para a cobertura do evento é esta.

    Sigam @magicprotour no Twitter para notícias da hora.

    terça-feira, 7 de dezembro de 2010

    Tipos de Deck, Parte 3 - Decks de Voto

    Decks de Voto ou Decks Políticos usam Ações Políticas para remover reserva de sua presa. Ações Políticas também são usadas para ganhar reserva. Manipulação cuidadosa do ambiente de votação é normalmente obrigatório para decks políticos serem efetivos, porém um deck de voto no controle da mesa pode ser extremamente bem sucedido.

    Forças: Eficiente no ganho de reserva e retirada da presa (se você controlar o ambiente de votos).
    Fraquezas: Servos opositores com votos. Votos podem ser bloqueados.

    • VOTE-N-BLOAT - Este deck frequentemente utiliza vampiros de grande capacidade (6<) com títulos para chamar votos para tirar sua presa. Ganho de reserva é realizado usando Modificadores de Ação, tais como Voter Captivation ou com Ações Políticas, como Consanguineous Boon ou Ancient Influence. Quando um jogador começa para acumular um estoque de reserva suficiente, ele é comumente chamado de Bloating. Por isso o termo Bloat em Vote-n-Bloat. Por exemplo, um tema recorrente entre decks Vote-n-Bloat é usar vários vampiros com títulos de Príncipe ou Justicar na sua cripta. Isto dar aos vampiros votos inatos que o deck precisa para retirar ações políticas, mas também permitem acesso a cartas que somente podem ser jogadas por estes tipos de vampiros, como Fifth Tradition: Hospitality, que acrescenta 4 de sangue a um vampiro. Quando combinado com Minion Tap, Fifth Tradition: Hospitality pode ser extremamente efetiva no ganho de reserva. Cartas similares tais como Entrenching, Concert Tour ou Renewed Vigor pode ser igualmente efetivas.
    • WEENIE VOTE - (Também VOTE HORDE) Como os decks Weenie Bleeds, ele usam um grande número de servos de baixa capacidade para realizar vários referenduns durante um turno. Estes pequenos vampiros geralmente não possuem votos inatos, mas fazem uso de Ações Políticas  para chamar votos que dão títulos aos servos (Príncipe, Arcebispo, Justicar, Cardeal, etc). Também Modificadores de Ação (Aew, Bewitching, Oration, etc.) podem ganhar votos temporariamente no referendum atual, com a finalidade de conseguir seus votos funcionarem.
    Exemplo de Deck: Pander Vote

    European Championship 2011


    Finalmente anunciaram a sede do próximo Campeonato Europeu. Será em Varsóvia, Polônia. Ocorrerá em Novembro de 2011, dias 11 a 13.

    Magic based on the Manga

    Quero estas cartas pra mim!

    segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

    Magic Draft Tournament - 5 Dez 2010

    Horário: Tarde
    Local: Red Dragon Livraria
    Coleção: Scars of Mirrodin

    Top 4
    1. Gabriel
    2. Arlindo
    3. Breno
    4. Luciano

    Magic Stantard Tournament - 4 Dez 2010

    Horário: Tarde
    Local: Red Dragon Livraria

    Top 4
    1. Darlam (UW Control)
    2. Luciano (Monored)
    3. Breno (UW Quest)
    4. Arlindo (Monored)

    sábado, 4 de dezembro de 2010

    Aprendendo com UW Control

    Meses atrás, quando estava jogando com o Naya Aggro comprado do Dimmy e estava voltando a jogar Magic, por causa da abertura da Red Dragon, estava infeliz com o deck. Para mim, ele era muito difícil de pilotar. Era forte mas eu não conseguia vencer nada.

    Tomei a decisão de jogar com um deck de controle. Comecei a comprar as cartas e fui testando jogar de UW Control e Esper Control. Nessa época errei pra caramba! O Dimmy me dava vários puxões de orelha quando esteve em Teresina. Ainda bem que ele deixou os esporros pro Jonny mesmo. Enfim, fui tentando aprender a jogar reativamente, procurando paciência ao invés da impulsividade.

    Foi nesse tempo, vendo a aproximação da rotação, decidi voltar a jogar com o Naya para aproveitar as cartas. Afinal, o deck não era barato. De tanto jogar com ele, comecei a vencer partidas e a confiança voltou. Percebi que para vencer você tem de ser íntimo do deck. É uma ligação conquistada nas batalhas. Foi uma época boa, pois por mais que continuasse errando, os erros caíram, mesmo sentindo em alguns momentos que o deck clamava por um jogador mais forte para pilotá-lo. Coitado dele.

    Então a rotação chegou, Naya caiu e me sobrou o UW Control. Não tenho cartas para montar mais de um deck. Talvez um Esper Control ou um UB e olhe lá, puxando daí cartas do UW.

    Qual é o lance do UW Control? Anular ou destruir as forças iniciais dos decks aggro para dar tempo de convocar algum Cavaleiro do Apocalipse, algo vindo dos céus ou das casas de sabedoria e conhecimento. É como se o deck dissesse assim: eu vim aqui para submetê-lo à minha fé, CQC.

    Você está quase sempre reagindo. É o primeiro a sentir o golpe. Mas o tempo é amigo do planinauta controlador. Cronos está com ele. Cronos é o político que manda asfaltar a rua do planinauta. É uma elite só. Realmente a Ordem está com eles, por causa do branco. A manipulação também, não se esqueçam do azul. E falam mal do vermelho e do preto, tsc tsc. Na verdade, o vermelho são os movimentos sociais e o preto é o poder paralelo. O branco é a elite conservadora e os azuis a elite intelectual. Sim, e o verdes, são os ecologistas e os indígenas, oras!

    Pirei.

    Para ficar no mundo real, é melhor eu listar o deck que joguei no último torneio, sexta-feira, dia 3.

    Main

    Criaturas (9)
    1 Titã de Gelo
    1 Titã Solar
    1 Esfinge da Ilha de Jwar
    2 Anjo Exterminador do Mal
    4 Barreira de Agouros

    Planinautas (3)
    1 Gideon Jura
    2 Jace Beleren

    Artefatos (5)
    2 Gancho de Contágio
    3 Cálice do Fluxo Perene

    Encantamentos (4)
    4 Mares em Expansão

    Feitiços (3)
    3 Dia do Julgamento

    Mágicas Instantâneas (11)
    2 Adentrar o Turbilhão (Into the Roil)
    4 Fuga de Mana
    3 Condenar
    1 Engenhosidade de Jace
    1 Perfurar Mágica (Spell Pierce)

    Terrenos (25)
    9 Planície
    7 Ilha
    1 Labirinto Ludibriador
    1 Planície Pantanosa
    1 Floresta Tropical Nebulosa
    3 Colunata Celestial
    3 Confim Tectônico

    Sideboard

    2 Jornada Para Lugar Nenhum
    2 Congelar Rápido
    3 Negação
    2 Linha de Força da Santidade
    1 Anjo Exterminador do Mal
    2 Andarilho do Fogo Kor
    1 Revogar Existência
    1 Elspeth Tirel
    1 Dia do Julgamento

    Você perceberam que este deck foi construído para detonar com os movimentos sociais, né? UW tem nojo do povo. A Justiça e a religião estão do seu lado. Jornada Para Lugar Nenhum é para mandar o trabalhador para o subúrbio. Negação é para negar os direitos. Linha de Força da Santidade é o Papa dizendo para os fiéis não votarem na Dilma. Revogar Existência é para fechar os blogs sujos. Condenar é para botar pobre na cadeia. Cálice do Fluxo Perene são os investimentos na Bolsa. Dia do Julgamento é para as chacinas dos Sem-Terra ou a entrada das forças do Estado na Vila do Cruzeiro e Complexo do Alemão. Mares em Expansão é uma clara alusão às enchentes. Ou seja, o deck é elite. Quem pode, pode.

    Vamos ver como esse deck se comportou durante o torneio.

    Torcato vs Daniel (UB Control)

    Aproveitei que na maioria dos turnos ele ficava com mana virada para descer o Gideon e o Anjo. Eu sabia que ele poderia destruir um dos dois, não importava. Um continuaria vivo. Nessa o anjo morreu. Ele desceu dois planinautas: Jace Beleren e Liliana. Liliana trouxe o Titã preto. Ele desceu. Joguei Dia do Julgamento. Selei o destino da partida com o Gideon. Solicitei empate no duelo para ter tempo de sair e voltar a tempo para a segunda rodada. Ele aceitou. 0-1-0

    Torcato vs Gabriel (RW Landfall)

    A primeira partida demorou porque cheguei quase 10 minutos atrasado. Controlei o jogo o máximo que pude. Precisa mesmo das cartas de reserva. Perdi a primeira. Não havia muito tempo para a primeira, então concedi a segunda. Não queria prejudicá-lo no critério de desempate por causa da minha demora. 0-1-1.

    Torcato vs Sebastião (Vampiros)

    Tentei ao máximo deixar poucos vampiros na mesa para os danos não serem muito altos por turno. Barreira de Agouros seguraram o jogo e Gancho de Contágio ajudaram bastante. Jace Beleren e o Cálice foram beneficiados no campo de batalha. Tinha mana suficiente para anulações enquanto descia meus gigantes e atacava de Colunata Celestial. Depois de vencer a primeira, troquei poucas cartas. Com certeza botei Revogar Existência por causa da espada dos vampiros. Fiz mulligan até cinco cartas e a mão veio linda: 2 Barreiras e 1 Mares em Expansão. Atrasei o jogo dele e cresci com o tempo. GG. 1-1-1.

    Torcato vs Abelard (Monored)

    Não lembro muito da primeira que ganhei. A segunda lembro muito bem, pois fiquei com uma mão duvidosa. Tive problemas de mana, as 7 reservas não apareceram e eu perigosamente fui perdendo vida. Antes do fim, abandonei. A terceira partida foi muito boa para ambos os lados. Controlei e levei. 2-1-1.

    Top 8 - Quartas de Final

    Torcato vs Gabriel

    Gabriel venceu a primeira. Ele não expôs suas criaturas ao Dia do Julgamento, sempre conseguindo ficar com pelo menos um na mesa para usar seus equipamentos. Eu não devia ter emprestado o Místico Litoforjador pra ele. Perdi a primeira. A segunda foi muito rápida, eu detonei mesmo.

    A terceira merece um parágrafo a parte. Foi a partida mais doida que eu joguei. O começo foi muito rápido. Levei rapidamente muito danos e cheguei a um ponto que fiquei com 1 de vida. Então apareceu a Linha de Força da Santidade. Acabou os danos diretos. A cada turno eu vinha comprando cartas para derrubar as criaturas que ele descia. Fui obrigado até a usar um segundo DoJ só para matar um criatura dele. Todos os 3 Condenar vieram. Adentrar o Turbilhão também veio. Mas nada de bicho grande chegar. Fui batendo aos poucos com o terreno mas ele havia ficado com vida suficiente por causar dos Condenar. Foram bem uns 10 turnos só com um ponto de vida. Até que chegou o momento que ele manteve duas criaturas na mesa. Veio o Anjo e eu o convoquei. Estava com o Adentrar na mão para rebolar um nanico de Gabriel, caso ele resolve-se atacar com ambos. Infelizmente para mim, ele estava com uma mágica na mão capaz de controlar o Anjo. Fim de papo. Foi divertido.



    As semifinais não aconteceram após isso (Gabriel, Arlindo, Danilo e Sávio). Acho que a galera foi para alguma lanchonete para comer pizza. Depois coloco aqui o resultado. Acredito que valha a pena até citar o nome de cada um dos participantes deste torneio que contou com a presença de 17 pessoas.

    sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

    I Entrevista com o Planinauta

    Olá leitores!

    Estou inaugurando uma nova série de posts no Teresina by Night: um espaço para entrevistas. O primeiro entrevistado é Daniel Alencar, um dos donos da Red Dragon Livraria e atual número 1 do Magic de Teresina.



    1) Como conheceu Magic e quando começou a jogar?
    Bem, conheci o Magic no riverside shopping. Quando ainda vendia uns boosters na extinta Virtual Games que eu frequentava. De lá conheci o dono da loja de magic, o Enoque e fui gostando do jogo.

    2) Como fez durante todo este tempo para manter o Magic na sua vida?
    Eu passei por dificuldades financeiras durante alguns períodos e cheguei a parar de jogar umas duas vezes, mas quando a condição melhorava um pouquinho lá estava eu de novo. 

    3) Existe algum deck inesquecível que você tenha jogado?
    Quando T2 era Máscara de mercádia e invasão, eu comecei a jogar campeonatos sancionados e fiz um deck Azul e Branco tribal de Rebeldes. Ganhei o campeonato da minha estréia com ele e mais 6 seguidos depois disso. Foi muito emocionante e guardo muito boas lembranças desse deck.

    4) Cite três jogadores que você respeita como oponente?
    É dificil escolher, pois respeito todos, mas se for pra escolher aqui de Teresina, acho que o ranking fala por si só: Dimmy, Darlam e Breno

    5) Algum novo talento ou talentos na cena local?
    Acho que muitos novatos estão começando agora e em breve despontarão alguns talentos. Um que chama a atenção é o Pedrinho pela idade que começou e assim tem grande potencial.

    6) Qual sua cor de mana preferida?

    Azul. Adoro azul (apesar de eu ser um afixionado pelos goblins)



    7) Em sua opinião qual a carta mais bonita do Magic?
    Bem, essa é dificil. Eu adoro as ilustrações do Di Terlizzi com os goblins do bloco de saga (Matrona Goblin de saga por exemplo), mas se eu fosse eleger uma carta como a mais bonita eu colocaria Jace Beleren (do duel deck Jace vs Chandra).


    8) E a sua preferida?

    Fico entre Jace, the Mind Sculptor (minha nova paixão) e Squee Nabobo Goblin (um apreço especial pelos goblins)
    9) Como ver o ambiente atual?

    Cada vez mais variado, possibilitando os jogadores optarem por jogar praticamente com qualquer cor que quiserem!
    10) Previsões para a próxima coleção?

    Tezzeret dará as caras com certeza. Como suposição estou apostando em um planeswalker de phyrexia, possivelmente preto!
    10) Planos para o futuro?

    Terminar minhas especializações e fazer a RED DRAGON (a minha livraria) crescer cada vez mais e trazer cada vez mais jogadores.



    11) Uma mensagem para os novatos?

    Joguem!! Joguem com o seu vizinho, com o seu irmão, com os seus colegas de escola, de trabalho. O importante é jogar! O aprendizado e as dúvidas vão aparecendo naturalmente e a RED DRAGON estará aí para ajudar a solucioná-las.
    Participar de campeonatos também é bom para quem está querendo se tornar um jogador de torneios, dá experiência e um aprendizado astronômico!



    Bom, pessoal, termina aqui nossa primeira entrevista! Obrigado, Daniel, por sua colaboração. Garanto que nossos leitores gostaram de conhecer um pouco de sua história dentro do jogo.


    Até a próxima!

    quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

    Análise do Ambiente T2

    Escrito por Francisco Nunes Ribeiro Neto


    Pessoal, fiz uma análise de como está o T2 no momento e gostaria de compartilhar com vocês algumas idéias, críticas e possibilidades para o futuro do Standard. Citei somente os decks tier 1 e tier 2 da situação, levantados pelo MTGSalvation (exceto Combo decks). Então se o seu deck não está aí NÃO é porque ele não merece ou não é competitivo o suficiente, mas porque nenhuma decklist parecida chegou a Top8 em algum torneio considerável. Ao final da explanação de cada deck, eu dei uma nota geral contra decks aggro, control e ramp. Essas notas foram dadas por mim e não significam nada; estão totalmente abertas a críticas. 


    Alguns termos utilizados: 


    Spot removal: cartas que removem a criatura alvo da mesa, seja destruindo-a, exilando-a, neutralizando-a ou devolvendo-a para a mão do dono. Ex.: Terror, Path to Exile, Condemn, Doom Blade, Plummet.


    Sweeper: cartas que removem muitas criaturas ao mesmo tempo, sem distinção de alvo. Ex.: Wrath of God, Day of Judgment, Evacuation, Obliterate.


    Mirror: partida contra o mesmo arquétipo de deck. Ex.: RDW vs RDW.


    Fetchlands: cartas como Arid Mesa, Marsh Flats, Scalding Tarn, Flooded Strain, etc.


    MU: match-up, do inglês. Significa disputa, partida, confronto.


    Hate: cartas contra aquele tipo de estratégia. Por exemplo, uma carta artifact-hate seria Shatterstorm. 


    Control

    RUG Control: na minha opinião o melhor deck do T2 no momento. Por quê? Simplesmente porque te dá acesso as duas melhores cores no momento ao mesmo tempo: verde e azul. E com o splash vermelho ainda te dá uma grande quantidade de removal de qualidade (Raio?). O astro do deck é a Lotus Cobra, que com 8 fetchlands e muito ramp/compra, produz mana que não acaba mais. É uma criatura que DEVE ser respondida o mais rápido possível. Se você joga de aggro e não tem esse removal todo no deck, simplesmente se preocupe em causar o máximo de dano possível antes que seu oponente faça Destructive Forceou um Avenger of Zendikar, o que provavelmente lhe custará a partida. 
    • Aggro Match-Up: 8
    • Control Match-Up: 9
    • Ramp Match-Up: 7

    UW Control: antes da rotação era o deck control mais jogado no Standard. Vem perdendo espaço para o UB recentemente, principalmente porque o preto proporciona melhor spot removal que o branco (Path???), apesar de não ter um sweeper de qualidade como Dia do Julgamento. O deck, como qualquer control, não joga muita coisa além de barreiras e criaturas utilitárias no início do jogo, com apoio de anulas e removal. Depois do controle do jogo, os principais astros do deck são Baneslayer Angel, Frost Titan e os planeswalkers. Apesar de tudo, o branco ainda proporciona melhores partidas contra Red Deck (Celestial Purge) e o mirror (Luminarch Ascension). 

    • Aggro Match-Up: 9
    • Control Match-Up: 8
    • Ramp Match-Up: 5 

    UB Control: Outro grande motivo dos players de UW trocarem de lado foi o fato de o preto te dar uma posição mais favorável contra decks Ramp. Apoiado em Memoricide/Sadistic Sacrament/Duress/IoK, o deck simplesmente come qualquer deck de combo com farofa e ainda não deixa nada a desejar contra os outros decks. Utiliza geralmente menos criaturas e planeswalkers que o UW e tem mais anulas. O que mais falta ao deck é um sweeper de qualidade (Damnation???). Esse deck aparece como a grande nova força do Standard.

    • Aggro Match-Up: 8
    • Control Match-Up: 9
    • Ramp Match-Up: 7


    Aggro 


    Elves: pra mim de longe o melhor aggro do momento. Tem um início explosivo, e tem força suficiente pra se recuperar após uma limpada de mesa. Se você joga de Control ou Ramp, se livre do Ezuri! Garruk também não pode ter chance para dar seu ultimate. Mas a principal força do deck mesmo é o Monumento dos Eldrazi. Se você joga de ramp/control e o Monumento entrar é praticamente GG. Se você joga de aggro, tente usar seu removal para atrapalhar as criaturas que geram mana e causar o máximo de dano possível nos turnos iniciais. Embora a quantidade de blocks aumente com o tempo, continue mantendo pressão no estilo Jund. 

    • Aggro Match-Up: 7
    • Control Match-Up: 8
    • Ramp Match-Up: 10 

    Red Deck Wins: RDW existe desde os primórdios do Magic e sempre foi um deck competitivo. Perdeu muito com a rotação (Hellspark ElementalHell's ThunderBanefire) mas com Koth ainda tem bastante força. O deck é extremamente explosivo, mas se não conseguir derrotar o adversário de início, perde o fôlego rápido também. Sempre espere um Goblin Guide no primeiro turno. Tome cuidado para deixar possíveis blocks ou removal mesmo quando não haja nenhuma criatura viva do lado deles (Devastating Summons). Existem muitas variantes do RDW, algumas utilizam goblins, outras somente dano direto, outras criaturas grandes como Inferno Titan, e algumas misturam tudo. A principal fraqueza do RDW é o sideboard pesado que há contra eles. Kor Firewalker que o diga. 

    • Aggro Match-Up: 9
    • Control Match-Up: 6
    • Ramp Match-Up: 9 

    Boros (RW): no geral é um tanto semelhante ao Red Deck, mas esse deck tem o foco bem mais profundo em uma habilidade: Landfall. O deck utiliza geralmente 12 fetchlands, o que faz cada uma das suas criaturas uma ameaça em potencial. Com uma mão muito boa, é possível matar o oponente nos primeiros turnos, então tome cuidado para deixar seus blocks ou removal de prontidão. Barreiras ajudam muito nessa MU, mas já testemunhei alguns jogadores usando Flame Slash no sideboard. 

    • Aggro Match-Up: 9
    • Control Match-Up: 6
    • Ramp Match-Up: 9 

    WW Quest: Esse deck nasceu com a nova edição Scars of Mirrodin com a chegada da Argentum Armor. O deck no início era unicamente branco, mas já andei vendo grande parte dos players pender para um splash verde, que daria acesso a VengevineFauna Shaman e a nata do verde. A estrutura do deck é montada sobre o encantamento Quest for the Holy Relic que te permite trazer um artefato do grimório e colocá-lo em jogo equipado a uma criatura que você controla. O deck faz isso muito rápido utilizando MemniteGlint Hawk e outras criaturas de baixo custo. Basicamente, contra esse deck você pode utilizar enchantment-hate no sideboard (NaturalizeWar Priest of ThuneRevoke Existence) ou artifact-hate (NaturalizeRevoke ExistenceShatter) para a Armor. Pyroclasm também ajuda muito, já que as criaturas do deck tem pouca resistência. O deck é relativamente fácil de se quebrar, e é por isso que os players vem recorrendo a outros cards (Plano B) para torná-lo mais competitivo.

    • Aggro Match-Up: 8
    • Control Match-Up: 7
    • Ramp Match-Up: 7 

    Vampires: Não há muito o que falar sobre esse deck; a idéia é lançar várias criaturas na mesa, equipá-las com Blade of the Bloodchief e sobrepujar o oponente à força. Os astros do deck além da espada sãoKalastria Highborn, o que torna deveras doloroso para o oponente matar os vampiros e o "imorrível" BloodghastPyroclasmDay of Judgment e Artifact-hate ajudam muito nessa partida, já que os vampiros têm baixa resistência e sem a espada não fazem muita coisa. 

    • Aggro Match-Up: 7
    • Control Match-Up: 7
    • Ramp Match-Up: 7 

    G/x Shaman: Como o nome já diz, o deck é uma espécie de último suspiro do antigo Mythic Bant que gira em torno do Fauna Shaman. Utilizando o Vengevine como combustível para descarte, o deck utiliza várias criaturas produtoras de mana, como Birds of ParadiseLlanowar Elves Lotus Cobra no início do jogo, e tende a ter um final explosivo com as múltiplas Vengevines voltando do cemitério. A maioria dos decks tem splash azul para o Jace 2.0 e cuidado: alguns utilizam Eldrazi Monument em sideboard. Uma Leyline of the Void no turno 1 praticamente encaminha a vitória contra esse deck.

    • Aggro Match-Up: 8
    • Control Match-Up: 8
    • Ramp Match-Up: 7 

    Ramp 


    Valakut Titan: O propósito desse deck é tirar o máximo de proveito do dano que o Valakut, the Molten Pinnacle pode causar. Mas como? Com uma série de ramp spells (CultivateKhalni HeartHarrow) você pode chegar incrivelmente rápido às 6 manas e descer um Primeval Titan na mesa. Daí é só pegar os Valakuts e começar a festa. A quantidade de dano que esse deck pode causar em um turno é absurdamente grande e pode simplesmente reverter uma situação de uma hora para outra. Como qualquer Ramp, o deck tem certa fraqueza contra aggro rápido (RDW, Boros, Elves) mas consegue vencer Control consistentemente. Cartas como Leyline of Sanctity, Leonin Arbiter, Spreading Seas, Sadistic Sacrament Memoricide podem amenizar as partidas contra esse tipo de deck.

    • Aggro Match-Up: 6
    • Control Match-Up: 9
    • Ramp Match-Up: 8 

    Eldrazi Ramp: O terror dos decks Control, Eldrazi Ramp utiliza basicamente a mesma estratégia do Valakut Titan, exceto que o ramp dessa vez tem como objetivo os titãs de Zendikar, os Eldrazi. Para isso, o deck utiliza playsets de Eldrazi Temple e a alma do deck: Eye of Ugin. O terreno simplesmente coloca qualquer criatura incolor do seu grimório na sua mão, além de diminuir o custo dessas mágicas em 2. Quando um Emrakul, the Aeons Torn pula na mesa, é quase sempre GG. Decks aggro bem montados geralmente não têm problema contra esse tipo de deck. Cartas como Leonin Arbiter, Spreading Seas, Luminarch Ascension Memoricide ajudarão bastante nessa MU. 

    • Aggro Match-Up: 5
    • Control Match-Up: 9
    • Ramp Match-Up: 7

    Decks a Espera de Um Grupo

    Bem acima deste texto, vocês podem ver os decks de VTES que comprei ao longo de pouco mais de 2 meses. Eu nem me lembro mais o que me fez ir atrás de outro jogo. Estava satisfeito com Magic e ainda estou. Talvez seja curiosidade para conhecer novos passatempos, característica que me acompanha desde a infância. Agora começo a lembrar que também queria apresentar este gênero de jogo a uns amigos.

    Vampire: The Eternal Struggle possui uma temática mais sombria, adulta, ao estilo das histórias da Vertigo. É também um jogo de mesa no sentido amplo, pois agrupa mais pessoas nela para jogá-lo, como um jogo de baralho comum. Ele favorece as conversas na mesa, uma vez que parte de sua dinâmica envolve votações e todos podem participar do processo, caso seu lado goste da política do jogo. Era esse tipo de jogo que queria mostrar a alguns amigos que gostam de estar numa mesa tomando cerveja :)

    Conquistar novos adeptos do jogo não é uma tarefa fácil. Envolve explicar um passatempo completamente novo; retirar preconceitos (é um jogo para adolescente); estimular um jogador de card game a conhecer outro card game; arrumar tempo para jogar; envolve ensinar algo que só existe em língua inglesa; e querer comprar decks e cartas que não se encontra tão facilmente. Enfim, é uma tarefa complicada.

    Aos poucos, apresentei o card game a algumas pessoas. Fui na Red Dragon e ensinei alguns, mas não me senti muito a vontade. Afinal é um local que comercializa outros card games e vive do sucesso dos mesmos. VTES parece ser um jogo mais cult, atraindo naturalmente uma parcela menor de fãs que Magic: The Gathering, por exemplo. Além do mais, com o fim da produção de novas expansões do jogo, inviabiliza a venda em novas lojas, mesmo que ainda continuem imprimindo as expansões existentes. Então mudei para outro ecosistema: minha casa ou de amigos ou mesas de restaurante (deu sede!).

    Voltando a idéia inicial de montar um grupo. VTES é mais divertido quando temos uma mesa com cinco jogadores. Estamos falando de interação e estratégia refinada para se vencer uma mesa desse tipo. Eu não vou encontrar isso em Magic: The Gathering. Em Magic eu encontro competitividade, velocidade, duelos. Eu encontro combos fantásticos e até investimentos pesados se você quiser encarar. E eu gosto disso também, apesar de muitas vezes ponderar sobre os gastos com o jogo.

    Os decks que comprei, são decks para iniciantes, possuem um estratégia, por isso, capaz de divertir os jogadores. Podemos montar um grupo com eles. São baratos e é um começo que pode se expandir para a montagem de decks mais sofisticados, mas ao poucos, sem pressa e até sem garantia que um dia acontecerá. Não há rotação, podemos jogar até com as primeiras cartas do jogo. Antes de enjoar um deck, já estaremos procurando novas cartas no mercado nacional ou internacional. Elas não são tão caras. Seremos pioneiros em nossa cidade, essa é que é a verdade. No entanto, para manter um jogo desses vivos, é preciso pelo menos uns dez jogadores. Não sei se conseguirei isso. Minha rede de conhecidos não é tão grande assim. Teria de apresentar a desconhecidos e isso complica as coisas. Onde encontrar pessoas com gostos tão exóticos? Muito louco isso, confesso.

    Enquanto isso, apresento aos próximos de mim. Fiz isso com meu primo, Igor, que felizmente gostou do jogo; Mostrei ao Maurício, ex-colega de trabalho. Ele já conhecia o RPG, facilitou bastante, pois para ele há toda uma rica história por trás do card game; Para Dimmy Karson, jogador de Magic e mestrando em Computação, quer conhecer o jogo, influenciado, acho eu, pelo fato de que VTES foi SÓ criado por Richard Garfield, um gênio do designer de jogos, criador do gênero (trading card games), sendo o primeiro seu amado Magic: The Gathering. Convidei também Carlos Jr, meu amigo da área de Computação (tenho amigos em outros áreas de conhecimento? Acho que não!), no entanto, o cara está sem tempo, e, sabe-se lá, quando ensinarei os fundamentos do jogo. Ainda tem o Marcos Vinicius, que joga Magic, WoW e até VTES se for possível. Até o momento, é o que tenho.

    Formar um grupo com oito pessoas daria a oportunidade de fazer torneios de duas rodadas mais final com cinco jogadores. Seria bacana. Mas me contento só em conseguir cinco para jogar.

    Quando juntei os decks para tirar a foto, fiquei pensando: "Ué, não tinha 7 decks? Onde está o outro?" Olhem a caixinha branca à direita. Que cego!